Na era da aceleração, em que tudo se transforma em velocidade supersônica, a forma de estudar também foi afetada. Mas isso se deve, em parte, à própria evolução social, que impõe adaptações ao Direito.
Novas questões surgem, ao lado de novas tecnologias. E nesse cenário de impermanência veloz, pouca coisa ou quase nada fica de fora. Hoje lemos textos na internet e vemos imagens sem sabermos se foram gerados por uma “inteligência artificial” ou se são, de fato, “originais”. Nenhum demérito nisso, ao contrário. Penso que a IA pode ajudar muito nos mais variados aspectos de nossas vidas, inclusive no estudo para concurso (ou para a faculdade).
A IA é uma tecnologia e, como todas as outras, pode ser usada para o serviço ou desserviço. Porém o que vemos hoje é apenas a ponta do iceberg dessa engenharia fantástica, revolucionária. Vivemos o início de uma transformação não tão silenciosa, que irá afetar (e já está afetando) a forma como vivemos e entendemos a realidade.
E não é exagero dizer isso. Basta vermos o surgimento recente da “blockchain” e das criptomoedas. Uma leitura recomendada é “A próxima onda”, de Mustafa Soleyman. Outro livro que recomendo, que ainda estou lendo, é “A singularidade está mais próxima”, de Ray Kurzwel.
Vivenciamos uma revolução, talvez maior do que as anteriores.